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Domingo, 31 de Maio de 2026

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Ministério Público pede interdição de ponte em Ibiúna

Estrutura precária da ponte no bairro Cachoeira representa grave risco à segurança

Ministério Público pede interdição de ponte em Ibiúna
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A ponte localizada no último quilômetro da Estrada Mairinque-Ibiúna, no Bairro Cachoeira, próximo ao CDHU, foi alvo de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo contra a Prefeitura de Ibiúna. Após investigações e laudos técnicos que apontaram graves patologias estruturais, a Justiça determinou a interdição imediata da ponte devido ao risco iminente à segurança de seus usuários.

Os problemas da estrutura, identificados desde 2019, incluem trincas, corrosões e um deslocamento no eixo horizontal, conforme relatório da Secretaria de Obras de Ibiúna. Apesar de obras de recuperação terem sido realizadas em outros trechos da estrada pelo programa estadual "Novas Vicinais", a ponte foi excluída da reforma. Laudos técnicos indicaram que o estado atual pode levar a graves acidentes, especialmente com o constante tráfego de caminhões.

Na reunião entre o Ministério Público, a Defesa Civil e a Secretaria de Obras, o engenheiro Patrick Cristopher Ruivo Cruzoleto declarou não poder atestar a segurança da ponte. Diante da omissão do município em responder aos ofícios e adotar medidas concretas, a Justiça decidiu pela interdição, exigindo providências imediatas.

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A decisão judicial também prevê a criação de um acesso alternativo provisório para minimizar os impactos à mobilidade local. A Prefeitura de Ibiúna informou buscar recursos externos para financiar a reforma ou substituição da ponte, mas o Ministério Público alerta para a urgência da situação. A negligência, segundo o órgão, configura abuso de poder e coloca em risco a vida de milhares de pessoas.

A interdição, com multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento, visa garantir a segurança dos cidadãos e forçar uma solução para um problema que persiste há anos. A sociedade civil acompanha o caso, cobrando celeridade e responsabilidade das autoridades envolvidas.

 

FONTE/CRÉDITOS: Da Redação
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