A primavera teve seu início em 22 de setembro e trouxe consigo um clima mais quente, porém ainda com bastante chuva em algumas partes do País. Isso se deve à influência do fenômeno La Niña, que acompanhará toda a estação e deve perder força apenas no início do verão. Nesse sentido, alguns cultivos devem ficar mais baratos — o que é excelente para a saúde financeira do consumidor, principalmente após a pandemia de covid-19.
O Brasil é um país de dimensão continental e, mesmo que influenciado por fenômenos como o La Ninã, sofre variações climáticas por diversos outros fatores. Por isso, cada região do País vai favorecer um determinado tipo de cultivo, o que pode fazer os valores mudarem conforme o nível de chuva e de temperatura de um determinado local.
Região Sudeste
As chuvas, de acordo com as previsões do Inmet, ficarão acima da média durante toda a estação em boa parte da Região Sudeste, com nível pluviométrico abaixo da média somente no sul de São Paulo. Durante a estação, ela é ideal para o plantio de espinafre, jiló, mamão, maracujá, melancia, melão e salsa.
Com a chegada da primavera, as condições climáticas melhoram a produção, permitindo maior quantidade e qualidade, o que faz os preços caírem, já que a oferta cresce. Conforme o clima esquenta, a vontade de comer alimentos mais frescos aumenta, o que impulsiona o consumo de frutas, legumes e hortaliças.
Além disso, esses produtos propiciam uma saúde melhor, principalmente pelo consumo de fibras, vitaminas e nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo e também para o aumento da imunidade.
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