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Domingo, 10 de Maio de 2026

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Índice CEAGESP fecha o ano de 2021 com acumulado de 3,56%

2021 foi o ano da retomada. O ramo hortifrutigranjeiro passou por momentos muito difíceis.

Índice CEAGESP fecha o ano de 2021 com acumulado de 3,56%
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Além dos problemas econômicos causados pela pandemia, fatores climáticos tiveram influência, tais como geadas seguidas de estiagem e, por fim, frentes frias impertinentes. Porém, o setor realizou um grande esforço para a normalização da produção e da distribuição de alimentos frescos e os preços dos mais de 150 produtos acompanhados pelo Índice CEAGESP encerraram o ano em 3,56%. O quadro abaixo ilustra o comportamento dos preços por setor, mês a mês: 
Os setores de Legumes e Verduras registraram as maiores variações ao longo de 2021. As fortes ondas de frio que ocorreram no meio do ano, com geadas mais rigorosas em alguns municípios e posterior estiagem prolongada, prejudicaram as culturas mais sensíveis das regiões produtoras do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, diminuindo a quantidade ofertada, prejudicando a qualidade e fazendo com que os preços se elevassem.  

No comparativo de dezembro, foram destaques:

 

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Principais altas:  

Frutas: figo (1,81%), maracujá azedo (0,61%), acerola fresca (1,17%), uva niágara (0,93%) e melancia redonda/comprida (0,89%).

Legumes: vagem macarrão (100,21%), pepino caipira (74,95%), pepino japonês (60,25%), pepino comum (52,78%) e ervilha torta (31,28%). 

Verduras: salsão branco/verde (50,24%), couve-flor (25,06%), brócolos (21,84%), brócolos ninja (18,08%) e salsa (17,35%).  

Diversos: cebola nacional (14,39%), ovos vermelhos (5,68%), coco seco (5,02%) e ovos brancos (1,05%).  

Pescados: cavalinha (22,09%), corvina (10,24%), sardinha congelada (10,09%), espada (5,53%) e pintado (2,94%). 
Principais quedas: 

Frutas: banana prata SP (-2,35%), abacaxi pérola (-0,96%), manga Tommy (-0,76%), banana nanica (-0,61%) e abacate margarida (-0,52%). 

Legumes:  berinjela (-28,13%), abóbora seca (-25,77%), batata-doce rosada (-22,72%), pimentão amarelo (-22,34%) e quiabo liso (-20,43%). 

Verduras: alface crespa (-33,61%), acelga (-22,21%), alface americana (-20,84%), nabo (-20,18%) e chicória (-16,00%).

Diversos: batata asterix (-25,92%), batata lavada (-24,30%), alho estrangeiro argentino (-11,69%), milho de pipoca estrangeiro (-8,12%) e canjica (-4,60%).

Pescados: pescada (-19,02%), betarra (-15,89%), pescada-goete (-15,19%) namorado (-13,72%) e camarão-ferro (-9,275%).

Tendência do Índice

Neste primeiro trimestre, com as altas temperaturas e sendo o período de maior incidência de chuvas do ano, o clima pode provocar condições muito prejudiciais para a produção agrícola, principalmente as culturas mais sensíveis, como verduras e legumes. Esses produtos devem apresentar problemas de qualidade e menor volume ofertado no início do ano. No setor de frutas, as chuvas nas regiões produtoras de Espírito Santo, norte de Minas, sul da Bahia e sudoeste de Pernambuco podem afetar a produção e qualidade desses produtos, com destaque para o mamão, mangas e uvas. 


Resultados de Dezembro: o índice CEAGESP registrou leve alta de 0,43% no mês, ou seja, dentro da estabilidade. O setor que apresentou o maior índice no mês foi o de Legumes, com 3,22%. O setor de Diversos registrou o menor índice, com -6,55%. O quadro abaixo detalha a participação dos setores:
Fonte: Ceagesp

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