Piedade enviou 1.783,61 toneladas e Ibiúna 1.721,96 toneladas de salsa ao ETSP. Em terceiro lugar, com uma diferença significativa, Atibaia contribuiu com 108,36 toneladas, representando 2,6% do total. Seguem Cotia (98,12 toneladas, 2,4%), Pilar do Sul (57,78 toneladas, 1,4%) e Mogi das Cruzes (50,10 toneladas, 1,2%).
A salsa, com origens na Europa e usada desde a Antiguidade, é conhecida por suas propriedades medicinais, incluindo efeitos anti-inflamatórios e diuréticos. No Brasil, duas variedades são predominantes no mercado da CEAGESP: a salsa crespa (Petroselinum crispum) e a salsinha (Petroselinum sativum). A última, frequentemente confundida com coentro, diferencia-se pelo aroma e sabor.
O período de maior produção e envio da salsa ao ETSP ocorre de outubro a janeiro, refletindo a sazonalidade da planta. A combinação de salsa com cebolinha, conhecida como cheiro-verde, é um tempero essencial na culinária brasileira, presente em diversas receitas do dia a dia.
A importância da salsa na gastronomia e na medicina popular reafirma a relevância desses municípios paulistas na produção agrícola, garantindo o abastecimento constante e de qualidade ao ETSP e, consequentemente, aos consumidores.
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