Um estudo sobre a efetividade da vacina monovalente original contra a COVID-19 comprovou a importância da dose de reforço, recomendada por especialistas e pelo Ministério da Saúde, mas ainda não amplamente seguida no Brasil. Estima-se que 84% da população no país não recebeu essa dose adicional. Os pesquisadores revelaram que a proteção das duas doses é de curta duração contra a variante Ômicron, com efetividade de apenas 54%. O estudo, realizado em Toledo, Paraná, destaca a necessidade de doses de reforço e formulações adaptadas para combater as variantes em circulação. No entanto, a vacina continua eficaz contra formas graves da doença, com baixa ocorrência de hospitalizações e mortes. O Brasil é instado a aumentar a cobertura vacinal com doses de reforço e manter a vigilância sobre a evolução da doença e do vírus. O estudo reflete dados de pesquisas semelhantes realizadas em outros países, reforçando a necessidade de uma alta cobertura vacinal no país.
FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil
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